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	<title>Paris Na Linha &#187; Restaurantes</title>
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	<description>Tudo sobre a Cidade-Luz na visão de brasileiros</description>
	<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 11:20:27 +0000</pubDate>
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		<title>Le Brespail</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 13:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><em>Comida típica do sudoeste da França ($$)</em></p>
<p>Escondido numa pequena passagem da rua Faubourg Saint-Antoine, esse pequeno bistrô é muito conhecido pelos moradores da região. Os pratos principais giram em torno de carnes (pato, principalmente) e batata, como é de costume&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comida típica do sudoeste da França ($$)</em></p>
<p>Escondido numa pequena passagem da rua Faubourg Saint-Antoine, esse pequeno bistrô é muito conhecido pelos moradores da região. Os pratos principais giram em torno de carnes (pato, principalmente) e batata, como é de costume na região do Ariège. Os vinhos, importados diretamente do sudoeste, são de excelente qualidade.</p>
<p><strong>Passage Saint-Bernard<br />
159 Rue du Faubourg Saint-Antoine - 11˚ arrondissement<br />
Telefone: 01 43 41 99 13 </strong></p>
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		<title>Café Carioca</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 15:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><em>Restaurante e bar brasileiro ($)</em></p>
<p>O Carioca é um desses lugares cheios de clientes assíduos: toda sexta-feira e domingo o lugar enche de franceses e brasileiros que vão para apreciar a comida boa e simples (que vai de salgadinhos à feijoada),&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Restaurante e bar brasileiro ($)</em></p>
<p>O Carioca é um desses lugares cheios de clientes assíduos: toda sexta-feira e domingo o lugar enche de franceses e brasileiros que vão para apreciar a comida boa e simples (que vai de salgadinhos à feijoada), além do clima descontraído e da excelente música ao vivo, que sempre anima o pessoal até a madrugada.</p>
<p><strong>124, rue de Turenne - 3˚ arrondissement<br />
Telefone : 01.42.71.37.62</strong></p>
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		<title>Hippopotamus</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 14:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><em>Rede de restaurantes e churrascaria ($$)</em></p>
<p>Essa rede atípica combina atrativos de dois universos diferentes da restauração: por um lado, o ambiente, as mesas e o rigor do atendimento nos fazem sentir num grande restaurante, enquanto o menu propõe pratos rápidos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rede de restaurantes e churrascaria ($$)</em></p>
<p>Essa rede atípica combina atrativos de dois universos diferentes da restauração: por um lado, o ambiente, as mesas e o rigor do atendimento nos fazem sentir num grande restaurante, enquanto o menu propõe pratos rápidos e simples que o aproximam do fast food. Uma solução ideal para brasileiros sedentos por uma boa picanha, o que não é tão fácil assim de se encontrar em Paris!</p>
<p><strong>1, Boulevard Beaumarchais - 4˚ arrondissement<br />
Telefone: 01 44 61 90 40</strong></p>
<p>(A Hippopotamus conta com muitos outros endereços em Paris. Descubra-os em <a href="www.hippopotamus.fr">www.hippopotamus.fr</a>)</p>
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		<title>Léon de Bruxelles</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 14:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><em>Restaurante de frutos do mar ($$)</em></p>
<p>Este restaurantes tem, logo de cara, o mérito de tornar mais acessíveis os pratos envolvendo frutos do mar: cheios de promoções e menus diferentes, é possível experimentar os mariscos (especialidade da casa) por preços muito&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Restaurante de frutos do mar ($$)</em></p>
<p>Este restaurantes tem, logo de cara, o mérito de tornar mais acessíveis os pratos envolvendo frutos do mar: cheios de promoções e menus diferentes, é possível experimentar os mariscos (especialidade da casa) por preços muito razoáveis. Para os acompanhantes que não foram grandes fãs desse tipo de comida, o cardápio guarda sempre algumas opções em filés de peixe e frango.</p>
<p><strong>120 rue Rambuteau - 1˚arrondissement<br />
Telefone: 01 42 36 18 50</strong></p>
<p>(O <em>Léon de Bruxelles </em>conta com mais sete filiais em Paris. Para conferir a lista com todos os endereços, acesse <a href="www.leon-de-bruxelles.fr">www.leon-de-bruxelles.fr</a>)</p>
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		<title>Sud-Ouest et Cie.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 15:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><em>Comida típica do sudoeste da frança ($$$)</em></p>
<p>Para quem procurar um jantar refinado, o Sud-Ouest, em Montparnasse, propõe um ambiente romântico e grande variedade de pratos. O preço pode ser meio salgado, mas é o tipo de extravagância que vale a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comida típica do sudoeste da frança ($$$)</em></p>
<p>Para quem procurar um jantar refinado, o Sud-Ouest, em Montparnasse, propõe um ambiente romântico e grande variedade de pratos. O preço pode ser meio salgado, mas é o tipo de extravagância que vale a pena fazer de vez em quando.</p>
<p><strong>39, Boulevard du Montparnasse - 6˚ arrondissement<br />
Telefone: 01 42 84 35 35 </strong></p>
<p><a href="http://www.sudouestetcie.fr/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.sudouestetcie.fr');">http://www.sudouestetcie.fr/</a></p>
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		<title>Le Dogon</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 13:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>30, rue René Boulanger, 10˚ arrondissement<br />
Telefone: 01 42 41 95 85</strong></p>
<p>	Restaurante de comida típica africana, o Dogon apresenta os principais pratos de Mali e Senegal. O atendimento é muito simpático e, com sorte, dá pra presenciar alguns músicos que se&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>30, rue René Boulanger, 10˚ arrondissement<br />
Telefone: 01 42 41 95 85</strong></p>
<p>	Restaurante de comida típica africana, o Dogon apresenta os principais pratos de Mali e Senegal. O atendimento é muito simpático e, com sorte, dá pra presenciar alguns músicos que se sentam e tocam em toda informalidade a música típica dos países africanos. Para quem gosta de variedades com frango e peixe, é um prato cheio.</p>
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		<title>Paris tem 7 entre o 50 melhores restaurantes do mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 10:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Foi divulgada no início da semana a lista dos 50 melhores estabelecimentos gastronômicos do mundo feita pela tradicional <strong>Restaurant Magazine</strong>, de Londres. No pódio, nada de mudanças, sendo que o El Bulli, de Barcelona, segue intocável pelo segundo ano consecutivo.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgada no início da semana a lista dos 50 melhores estabelecimentos gastronômicos do mundo feita pela tradicional <strong>Restaurant Magazine</strong>, de Londres. No pódio, nada de mudanças, sendo que o El Bulli, de Barcelona, segue intocável pelo segundo ano consecutivo. Logo atrás aparecem o inglês The Fat Duck e o parisiense <strong>Pierre Gagnaire</strong>.</p>
<p>Paris, aliás, segue prestigiada, com 7 indicações entre 50 primeiros. A boa notícia foi a subida de 10 posições do <strong>L’Astrance</strong>, agora o 11° colocado. O restaurante vem em alta, um ano após ser finalmente contemplado com a terceira estrela do <em>Guia Michelin</em>. Mais abaixo, o <strong>L’Atelier de Joël Robuchon </strong>caiu uma, mas vem em 14°. Curioso é que no mesmo Guia Michelin, ele acabou de ganhar &#8220;apenas&#8221; a segunda estrela.</p>
<p>A lista segue com o <strong>Alain Ducasse</strong> (18°), <strong>Le Cinq </strong>(24°), <strong>Les Amabassadeurs </strong>(45°) e <strong>L’Aperge </strong>(46°). Ainda na linha de comparações com o Michelin, Paris possui nove três estrelas no tradicional <em>Guia Vermelho</em>, sendo que o Le Meurice, o Le Pré Catelan, o Ledoyen, o Guy Savoy e o L’Ambroisie não chegaram no top 50 da revista inglesa. Do lado contrário, o Le Cinq e o Les Ambassadeurs são top 50, mas não têm três estrelas.</p>
<p>Nesta importante listagem, o Brasil não fica de fora. Mesmo que os europeus menosprezem o título de &#8220;capital gastronômica do mundo&#8221; obtido por <em>São Paulo</em> há alguns anos, a cidade é a única da América do Sul a colocar um estabelecimento, com o <strong>Dom</strong>, hoje o 40° melhor do mundo, queda de duas posições em relação ao ano passado. Por outro lado, em 2007 ele havia dado grande salto, do 50° ao 38°.</p>
<p>Clique <a href="http://www.theworlds50best.com/2008_list.html" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.theworlds50best.com');"><strong>AQUI</strong></a> e confira a lista completa da Restaurant Magazine.</p>
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		<title>Paris, obrigação de comer bem</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 12:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>A cena acontece com freqüência no <strong>Brasil</strong>: pouco depois de estourar em um campeonato e alcançar a condição de ídolo, um jovem jogador de 21 anos recebe proposta irrecusável do exterior e se despede do time de origem. Mas tão&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cena acontece com freqüência no <strong>Brasil</strong>: pouco depois de estourar em um campeonato e alcançar a condição de ídolo, um jovem jogador de 21 anos recebe proposta irrecusável do exterior e se despede do time de origem. Mas tão rápido quanto sua saída é o nascimento de outro craque, numa produção quase ininterrupta e que enche de orgulho o país do futebol.</p>
<p>Na <strong>França</strong>, os tais craques não estão nos gramados, mas nas cozinhas de restaurantes premiados e até mesmo em casa, o que certamente levaria o país ao título em hipotética Copa do Mundo de gastronomia. Aqui, comer bem é mais que uma tradição, é obrigação. E para isso, nem precisamos ir a um das dezenas de estabelecimentos estrelados no Guia Michelin. Nas reuniões de famílias, almoço é ritual sagrado, de, no mínimo duas horas, com entrada, prato principal e muito vinho. Ao fim, sobremesas ou queijos e, se possível, uma boa sesta.</p>
<p>Se no Brasil o futebol é aprendido logo cedo, na França não só a cozinha, mas a apresentação da mesa e certas regras na hora de servir também fazem parte da cultura local. E está aí o diferencial: com estes pequenos detalhes, restaurantes simples se tornam especiais aos olhos do visitante e oferecem serviço de extrema qualidade a preços que variam e alcançam qualquer bolso.</p>
<p>Seguindo a linha de que boa comida não significa necessariamente preço abusivo ou luxo, o <strong>Le Baratin</strong> continua atraindo degustadores por sua simplicidade. Localizado em meio a restaurantes chineses e japoneses no afastado 20° <em>arrondissement</em>, é aclamado tanto pelo tradicional Guia de Bistrôs Parisienses, de Claude Lebey, como por críticos que votaram em recente eleição do jornal Le Figaro. </p>
<p>Lá, pode-se comer no almoço um menu a 14 euros - uma pechincha, diga-se de passagem -, ou um jantar a 30 euros com vinho, aliás, uma das especialidades da casa. Também um pouco fora da badalação está o <strong>Le Salon</strong>, que prima pela conforto, ambiente agradável com música lounge e certamente impressiona um casal apaixonado. Com antecedência, pode-se reservar uma das salas especiais e ficar à vontade, por horas, e só ser interrompido pela chegada da…comida. E ela, felizmente, faz jus ao bom clima.</p>
<p>Voltando aos pontos turísticos, a localização, o serviço e a comida do <strong>Au Bon Accueil</strong> são de cair o queixo. Com exceção do <strong>Jules Verne</strong>, situado no primeiro andar da Torre Eiffel, talvez seja o restaurante mais próximo do famoso monumento e já na chegada a vista abre o apetite. Dentro, o espetáculo continua e o preço do jantar não assusta: 31 euros o menu entrada, prato e sobremesa, o que rendeu recomendação máxima no Guia Lebey e outra de &#8220;boa cozinha a preço acessível&#8221; do Guia Michelin.</p>
<p>Mas se o assunto é requinte – e o caixa permitir -, nada como testar um dos nove restaurantes da cidade agraciados com as três estrelas do Guia Michelin. E neste quesito, o <strong>Pierre Gagnaire</strong>, segue imbatível no coração dos franceses. Disparado o &#8220;dono da bola&#8221; da gastronomia no país, ainda tem expandido seus domínios, levando a delicadeza e criatividade de seus pratos para pólos como Tóquio, Londres e até Dubai. </p>
<p>Mesmo que não chegue a ser um popstar como Jamie Oliver, Gagnaire destoa dos demais chefs e mostra simplicidade anormal dentro de um meio cada vez mais concorrido. A prova está em seu site (www.pierre-gagnaire.com), que traz receitas de pratos servidos, idéias de criação e até parte de sua biblioteca pessoal. No restaurante, este &#8220;mundo&#8221; de diferenças sai caro. No jantar, menu a 250 euros e vinhos que podem ultrapassar os 8 mil.</p>
<p>Já outro que recebe cada vez mais boas indicações é o <strong>L’Atelier</strong>, do também prestigiado chef Joël Robuchon. Ele inclusive foi a boa novidade de Paris no Guia Michelin de 2008, conceituado agora com duas estrelas (como seu outro, o Table de Joël Robuchon). Mais do que a comida, lá o grande barato é acompanhar a manufatura dos pratos à sua frente, em um dos 36 assentos no balcão. Para comer, peixes, frutos do mar (que tal um carpaccio de lagosta com ervas aromáticas?), carnes e o mais famoso purê da Cidade-luz. Menus a 110 euros.</p>
<p>Ainda em torno do Guia Michelin, a nova edição saiu em março com novidade – e barulho: a queda do número de três estrelas em Paris. “Culpa” do <strong>Le Grand Véfour</strong>, que já vinha recebendo cotações negativas há algum tempo e não soube se atualizar. Para compensar e manter a França com 26 casas com cotação máxima, ascensão do <strong>Le Petit Nice</strong>, de Marselha. </p>
<p>Paris tradicional e barata – Se você passa longe de ser um crítico gastronômico, mas ainda assim quer experimentar a cozinha do dia-a-dia na França, três opções são irresistíveis. Uma delas é o <strong>Le Petit Bleu</strong>, que serve pratos fartos de couscous (bastante diferente do brasileiro) entre 8 e 10 euros. O lugar é pequeno, com mesas apertadas, mas a clientela é fixa e sai satisfeita em geral. E melhor: é do lado da Sacre Coeur. Já para provar uma crêpe, o <strong>Le Crêpes-Show</strong> reúne qualidade, bom preço e ótima localização: na agitada Rue de Lappe, na Bastilha, e vizinho de ótimos bares. Em termos de sorvetes, não passe por Paris sem provar o do <strong>Bertillon</strong>, na calma e linda Île Saint Louis. Além das deliciosas opções doces, destaca-se o novo sabor foie gras. Mais tradicional impossível. Mas cuidado: a casa original fecha no verão.</p>
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		<title>Berthillon</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 13:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>29-31 rue Saint Louis en l’île, 4˚arrondissement<br />
Telefone: 01 43 54 31 61 </strong></p>
<p>	Conhecido popularmente como “a melhor sorveteria de Paris”, o Berthillon supreende pela simplicidade. Uma fila sempre quilométrica se situa na frente da pequena barraquinha de sorvetes caseiros com&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>29-31 rue Saint Louis en l’île, 4˚arrondissement<br />
Telefone: 01 43 54 31 61 </strong></p>
<p>	Conhecido popularmente como “a melhor sorveteria de Paris”, o Berthillon supreende pela simplicidade. Uma fila sempre quilométrica se situa na frente da pequena barraquinha de sorvetes caseiros com os mais diversos sabores. Pode não ser muito barato, mas é uma experiência que, com certeza, vale muito a pena. </p>
<div class="captionleft"><img src="http://www.parisnalinha.com/wp-content/uploads/2008/04/berthillon_nb.jpg" alt="Berthillon" title="Berthillon" /></p>
<p>Berthillon - <em>foto de <a href="http://www.souvenirs-paris.fr/photographs/index.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.souvenirs-paris.fr');">Souvenirs de Paris</a></em></p>
</div>
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		<title>Le Mono</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 13:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><strong>40, Rue Véron, 18º arrondissement<br />
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<p>Um africano aberto a todos os públicos. Com decoração típica e sem exageros. Especialidades togolesas em pratos fartos. Como peixe, a principal pedida é o enorme Le Capitain, servido&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>40, Rue Véron, 18º arrondissement<br />
Tel : 01 46 06 99 20 </strong></p>
<p>Um africano aberto a todos os públicos. Com decoração típica e sem exageros. Especialidades togolesas em pratos fartos. Como peixe, a principal pedida é o enorme Le Capitain, servido inteiro e com acompanhamentos de salada e bananas fritas.</p>
]]></content:encoded>
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